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Formado em Direito. Autor de artigos jurídicos publicados em periódicos como RT - Revista dos Tribunais (Editora Thomson Reuters), Governet, Zênite, Conteúdo Jurídico, e outros.

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Comentário · há 2 meses
Tudo bem, meu caro Petter?

Um pouco mais de calma, meu querido, não precisa ficar tão nervoso. É só 'um ponto de vista' sob uma análise jurídica, mas é óbvio que a minha análise não é a única. Todo ponto de vista hermenêutico é bem vindo, inclusive o seu, apesar de não concordar com tais argumentos que, a meu ver, são rasos e mais emotivos do que jurídicos.

Prova disso é o seu notório 'enfurecimento' frente a um mero artigo sem cunho oficial. É possível perceber, sem muito esforço, o ódio que destila do seu texto. Não há problema algum em discordar, o problema é quando, na sua resposta, é possível percebê-lo, quase à flor da pele, espumando de tanta ira.

Mais 'esportividade', meu amado rapaz, o mundo não precisa de ainda mais pessoas radicais e extremistas assim. Lembre-se: é apenas um texto, só um ponto de vista, só uma posição jurídica individual e sem qualquer caráter oficial. É apenas o meu entendimento. Outros juristas poderiam, naturalmente, até discordar, aliás, seria até bastante normal, face a complexidade hermenêutica existente frente as ciências jurídicas.

Ademais, deixarei a minha 'Tréplica' face a suas considerações aqui expostas. Primeiro conselho que lhe sugeriria, seria para que, por ocasião de debates, audiências, reuniões, exposição de pensamentos em público, sempre que se encontrar numa posição em que seja necessário discordar de alguém, 'nunca foque em atingir a pessoa com quem se discorra o debate, mas apenas os fatos'. Lembre-se: você não precisa atacar o interlocutor, muito menos usar simbologias jocosas do tipo - 'kkkkkkk' - ou expressões congêneres, afinal, esse tipo de postura só deixa mais evidente o seu 'despreparo e desespero' face a ausência de bons e sólidos argumentos no que concerne ao tema, e, se não bastasse, ainda indica o quão você pode estar nervoso.

● Contrariamente ao seu 1º argumento, o convite para a participação junto à Copa Rio de 1951, foi sim, igualmente 'rejeitado' por vários Clubes de peso no mundo, dentre eles, posso citar Barcelona, Milan e Tottenham. Desse modo, se na 'Pequena Taça do Mundo' da Venezuela houve sim a rejeição de clubes importantes a nível europeu, o mesmo ocorreu na chamada 'Copa Rio de 51' organizada pela Confederação Brasileira, onde vários Clubes de nível global também recusaram o convite.

● Quanto à análise jurídica conforme o Direito de cada época, foi justamente o que fizemos no presente texto, basta notar que à época, a FIFA já existia como entidade máxima do futebol a nível de eventos mundiais, portanto, jamais um evento de dimensão supostamente global, poderia ter ficado à 'margem organizatória' da referida instituição.

● Outro 'defeito' em seu argumento é que - o fato de a FIFA, até aquele momento, ainda não ter tido a iniciativa de realizar um Torneio Mundial, não cria por 'osmose' o direito para que 'entidades incompentes' sob o ponto de vista jurídico 'usurpassem' e tomassem para sí essa função. Em síntese, é preciso saber que, no direito, a 'inércia' de uma entidade competente, não cria automaticamente a 'transferência de competências' a outros entes incompetentes para tal. Isso nunca foi admitido - nem hoje, nem em 1950. Se assim admitíssemos, toda vez que o 'Congresso Nacional', por exemplo, face desinteresse ou conveniência, não aprovasse uma determinada lei, as 'Câmaras Municipais' de cada cidade o poderiam fazer dado ao fundamento de que 'se ninguém o fez, eu posso fazer!'. Portanto, essa tese não é aceita.

● Quanto aos 'Torneios de Base - infantil, juniores, sub 17, sub 20', estes são destinados 'precipuamente' à 'Formação de Jogadores'. São eventos com caráter 'pedagógico/didático', os quais tem como principal espoco a preparação de indivíduos para o atingimento do nível profissional. Faz parte, principalnente, do 'caráter fomentador' do esporte junto a crianças, adolescentes e jovens. Está também inserido na 'função social' dos clubes. Organizar eventos de caráter 'nao profissional', é uma prerrogativa que os próprios clubes poderiam abraçar dado ao seu caráter mais 'formador' do que 'competitivo'. Em um 'torneio de base', a competição é o segundo plano, dado que a 'formação de atletas' é o objetivo maior e central. O objetivo de quem ali esta inserido é alcançar a 'profissionalização'. Inclusive é possivel convidar equipes de outros países para participar, vez que esse intercâmbio é importante no nível de formação desses atletas, os quais sonham atingir a categoria 'profissional', onde a competição, passa a ser o foco. Portanto, novamente, é demasiadamente forçoso o argumento.

● No mais, seja você Palmeirense, Flamenguista, Cruzeirense ou Corintiano, ria mais de si mesmo. Brinque mais com o futebol, e divirta-se mais com a vida. O esporte é algo fantástico, o futebol então, nem se fala, mas lembre-se que, enquanto você está aí, com a sua ira e mau humor, sendo um tipico 'viking impiedoso da internet', os jogadores do seu time, certamente, estão se alegrando com suas famílias e amigos, sem a menor ideia de que pessoas como eu ou você existem!

Grande abraço, e, desde logo, perdoe-me por algum mal entendido!

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