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Maykell Felipe
Comentário · há 24 dias
Bom dia, meu caro. Tudo bem?

Olha, li o texto, e, realmente, o nobre autor até acerta em 'alguns pontos' da abordagem, todavia, entra no mesmo erro que vejo a maioria incorrer, qual seja, tentar enquadrar 'tudo' dentro do espectro fechado de 'esquerda' e 'direta'.

Precisamos entender que 'esquerda' e 'direita' são linhas ideológicas 'horizontais' e bem 'opostas', com 'pensamentos' e 'objetivos' muito bem definidos, por isso, é impossível condudi-las.

Ademais, não há como negar que, destas, podem sim advir algumas vertentes mais alinhadas de forma 'verticalizada', ou seja - que na sua base primária - até tendiam mais para um lado, todavia, fugiram absurdamente do seu espectro padrão, e se tornaram uma 'ramificação' impraticável dentro de suas raízes como é o caso do 'anarcocomunismo' - extrema esquerda - e do 'anarcocapitalismo - 'extrema direta', devido serem bastante utópicos, e, na prática, serem absolutamente inviáveis, visto que exigiria de todos um 'senso moral ético' praticamente incorruptível e uma principiologia 'altruística' impecável.

Nesse aspecto, observe que, os 'dois extremos' pressupõe praticamente algo em comum 'o fim do Estado', se diferenciando basicamente na 'questão econômica'. Claro, muitos adeptos - 'mais light' - até admitem que, se possa aceitar um 'mínimo' de Estado, de um ou de outro lado, todavia, os mais 'radicais ou raíz' nem isso concebem - 'nada de concessões ideológicas', afinal, é 'oito ou oitenta'.

Ademais, não podemos deixar de registrar que 'alguns movimentos' fogem tanto às suas principiologias, que passam a ser tidos como uma espécie de ideologia 'sui generis', ou seja, uma 'anomalia ideológico-política' que não se sustenta nem de um lado nem de outro, e, quase sempre junta elementos principiológicos dos dois lados, e ainda incrementa 'outros critérios', os quais geram o aspecto 'anômalo' e 'sui generis' de seu enquadramento - ou seja, 'uma coisa que não se encontra em 'termos absolutos' nem de um lado nem de outro', mas pelo 'aspecto totalitário' se posiciona acima de ambas as correntes, oprimindo e mutilando pessoas tanto de 'esquerda' como de 'direita'.

Um dos pontos cruciais da 'Esquerda' tradicional é a concentração de poder no Estado como forma de 'controlar' a suposta ganância e egoísmo 'capitalista opressor', e para isso, suprime as 'liberdades individuais' de uns em detrimento de outros. Os ricos são sempre vistos como 'egoístas potenciais' que querem que o resto do mundo se exploda, e buscam apenas o 'enriquecimento pessoal', e por isso precisam ser controlados, precisam ser regulamentados, precisam ser contidos. Daí surge o 'excesso tributário' a estes em detrimento dos mais pobres. Se cria uma 'divisão social' baseada nas classes, de forma que o 'proletariado' é a vítima em detrimento do 'empresário' - detentor dos 'meios de produção' - que passa a ser o opressor dessa relação. O 'Estado', por sua vez, passa a agir como 'controlador e regulador' dessa relação, buscando 'impedir' que essa suposta opressão ocorra, e, desse modo, acredita que irá criar uma sociedade mais 'justa e solidária', onde todos sejam 'igualmente iguais', o que a meu ver também é bastante utópico.

01. O 'capitalismo é opressor', ricos são gananciosos e precisam ser controlados para o bem da sociedade, e com isso, o Estado passa a concentrar todos os poderes e atribuições, e, obviamente, quando o Estado concentra poder demais sabemos o que acontece. Uma das minhas críticas se encontra justamente aqui, na 'excessiva concentração de poder nas mãos do Estado' que vai implicar na criação de 'homens empoderados' cujo poder leviatânico 'estatal e paramilitar' encontra-se sob seu controle, fazendo surgir os grandes 'ditadores', alguém cujo poder foi concentrado em si, na figura de um líder 'carismático' e 'solucionador de problemas' sociais. Assim, para identificar o risco de um 'líder governante' ser um 'potencial ditador', observe suas 'ideologias políticas', de modo que, se ele transparece - através de suas ideias - ser adepto da 'centralização de poder nas mãos do Estado', regulamentador e interventor, defensor inclusive da 'regulamentação das mídias', 'controle estatal inquestionável', e 'controle fiscal do direito de liberdade de expressão', poder-se-á estar diante de um futuro ditador e totalitarista. Os ditadores surgem sempre da 'concentração de poder' e do 'controle totalitário', inclusive em relação ao 'mercado'. Outros países dificilmente conseguem entrar naquele mercado, devido ao excesso restricional, tributário e regulamentatório.

02. o 'proletariado' - o trabalhador mais pobre - é oprimido pelos capitalistas opressores, e precisam ser protegidos. Confesso que até compreendo esse aspecto, e penso que o 'Governo', sim, deve prezar para que não haja 'excessos e exploração escravagista' ou em 'condições sub-humanas' ou 'exploratórias', ademais, precisa se tomar o cuidado de não extrapolar os seus poderes se tornando um tirano 'impositor e controlador' dos detalhes mais mínimos dessa relação, portanto, ter o zêlo de não 'impor preços' ou 'valores de serviços', 'medidas milimétricas das cadeiras' que o empregado senta - vide 'normas regulamentadoras' do MTE -, 'diâmetros do espaçamento de uma escada', cor do uniforme, dentre outros excessos, do contrário, passa a ser controlador e interventor nas liberdades individuais, nas quais se incluem as 'liberdades contratuais', e ao invés de ajudar, acaba atrapalhando o desenvolvimento econômico, que ao final, beneficia toda a sociedade com 'variedades de produtos', 'bens', 'tecnologias' e 'serviços', decorrentes do 'livre exercício da capacidade de criação' e 'empreendedorismo' do ser humano. Essa é a 'beleza da vida', entender que as pessoas não são iguais, afinal, nem todo mundo está disposto a 'liderar e empreender' - pois, exige um 'preço' muito alto, e 'dedicação' quase que exclusiva -, de igual modo, existem aqueles que não estão dispostos a serem 'empregados' - não conseguem estar presos a um ciclo repetitivo de trabalho e ordenanças -, e os que querem uma vida mais 'simples' - porém, digna -. As pessoas são 'diferentes' e é preciso respeitar isso - e isso é bom! -, é preciso deixar que cada indivíduo contribua 'socialmente' como se propõe e de acordo o preço que 'pode' e está disposto a pagar. Cada indivíduo tem prioridades diferentes, e não cabe ao estado intervir nisso para 'segurar' os que tem prioridades mais altas ou que tem aptidões ou perspectivas mais ousadas.

03. "A família, a Religião, e 'valores morais ocidentais' são ruins do aspecto comunitário, pois, criam em 'sua base' a perpetuação de uma ideologia 'patriarcal' e 'preconceituosa', onde as mulheres são oprimidas pelo conceito do marido patriarca familiar, e cria desigualdade entre os 'cônjuges'." Tenho um ferrenho 'repúdio' a essa ideologia, não à tôa há um esforço tão grande para a instituição de novos 'modelos familiares' e a imposição dessa ideologia até mesmo aos que não 'crêem' em suas premissas, os quais passam a ser rotulados de 'homofóbicos' e 'intolerantes', inclusive 'líderes religiosos' que passam a ser 'socialmente' pressionados a rever suas convicções. Cada um é livre para 'fazer e viver' como quiser, todavia, não é livre para padronizar e impor as suas ideologias sobre aqueles que nela não crêem, portanto, novamente, outro ponto altamente violentador das 'liberdades individuais', e que não respeita os valores morais e religiosos de cada indivíduo, querendo 'padronizar' até mesmo o modo de pensar de cada indivíduo.

04. "A religião cria preconceitos que 'diferencia' os seres humanos, por isso, deve ser abolida ou mitigada, e a melhor maneira de se fazer isso é de dentro para fora". Novamente, tenho ferrenho 'repúdio' a essa ideologia, daqui inclusive vão nascer as tão criticadas 'teologia da libertação' ou 'teologia da missão integral' que enraizou dentro de boa parte da 'Igreja Católica' e 'Evangélica', destruindo seus valores basilares e elementares - desfigurando-as completamente -, e, não à tôa, há um esforço tão grande para a 'instituição de uma nova condição mental' que se admita como 'normal' a ideia da 'inexistência natural sexual' com base no 'órgão reprodutor natural' masculino ou feminino, a já conhecida 'ideologia de gênero' que sustenta que ninguém nasce 'homem' ou 'mulher', e que o fato de ter um 'órgão sexual' masculino ou feminino nada tem a ver com a sua sexualidade natural, de modo que, esta, decorre da 'descoberta natural' que virá à medida da sua evolução e amadurecimento enquanto ser humano.

05. a minha maior e mais ferrenha 'crítica' às ideologias mais à 'esquerda' se escoram justamente no fato de que aqui, as 'liberdades individuais' serem absurdamente podadas sob a alcunha de 'bem estar comunitário' ou 'bem estar social', de modo que, uma 'ideologia individual e minoritária' é elevada ao status de 'ideologia comunitária', que passa a ser imposta em detrimento da própria 'ideologia individual', que ganha uma nova 'roupagem social' quase que imperceptível. Obviamente, isso não acontece da noite para o dia, levando uma média de '10, ou 15 anos', e só etão se começar a 'perceber' a sua 'consecução prática', assim, ainda que aos poucos, gradualmente, e por meio de 'leis, normas e mídia', todos os indivíduos vão sendo submetidos a ela e a essa nova 'condição mental e cultural', de modo que, aqueles que não a abraçam, passam a ser vistos como 'opressores' e 'intolerantes', criando-se uma nova 'divisão de classes' - as pessoas evoluídas de 'mente aberta' e 'do bem' versus as 'pessoas retrógradas', 'preconceituosas' e 'do mal' - porém, observe que os 'opressores e intolerantes' são justamente estes que querem impor suas ideologias sem respeitar as ideologias até então vigentes. Querem elevar uma 'ideologia minoritária' e de 'espectro individual' ao status de 'ideologia comunitária', porém, não admitem as 'ideologias comunitárias' até então vigentes, exceto, obviamente, se elas colaborarem para a 'solidificação' dos seus ideais.

Por outro lado, quanto mais se caminha para a 'direita', o Estado vai perdendo o seu papel 'centralizador', e as 'liberdades individuais' passam a ser o foco maior de defesa.:

01. 'ninguém pode obrigar outra pessoa a fazer ou deixar de fazer algo que ela não queira fazer', seja ela branca, negra, amarela ou azul - inclua-se aí 'crer' ou 'acreditar' em algo que ela não queira ou não crer em algo que ela não queira. Cabe ao Estado apenas 'zelar' e 'fiscalizar' para que esse 'pilar ideológico' de defesa das liberdades individuais seja respeitado, e punir os que a ele violarem. Assim, cabe punir qualquer forma de violência contra quem pensa diferente - seja uma violência 'física ou emocional'.

02. "ninguém pode tocar na 'propriedade privada', seja o seu titular negro branco, vermelho ou verde e amarelho, seja cristão, judeu, ateu ou mulçumano. Cada um é livre para crer no que quiser, e inclusive, não crer, não cabendo a ninguém tratá-lo diferente por isso, e, cabendo ao Estado punir quem o faz, seja 'violentamente' ou 'emocionalmente', sem, todavia, boicotar a livre manifestação de ideias e opiniões sobre qualquer temática". O que não se pode admitir é o 'ataque' direcionado aos individuos enquanto 'pessoas', todavia, o questionamento de 'ideias', não pode ser podado. Se alguém deseja criticar o 'cristianismo' - catolicismo ou protestantismo - que o faça e arque com as 'consequências espirituais' diante de Cristo, e, se não crê nisso, nem em suas 'consequências transcendentais', tudo bem, é um direito de cada indivíduo 'crer ou não crer' e falar o que pensa, todavia, jamais será admitido o 'ataque' a um cristão' - seja fisicamente ou emocionalemente - pelo fato dele 'ser' cristão e 'pensar' como cristão. De igual modo, quer tecer críticas à 'ideologia de gênero' que o faça, todavia, não persiga e violente homessexuais ou seus defensores, seja física ou emocionalemente - pelo fato dele se achar 'homossexual' ou 'pensar' como 'homossexual, bissexual, polissexual, ou seja lá o que for. Cada um tem o direito de 'viver' como quiser e 'fazer' o que quiser, e, se ele não crê nas 'consequências transcendentais' disso, é uma questão 'individual' dele.

03. "ninguém pode inteferir nas atividades comerciais, e, se em último caso, essa intervenção for necessária, que seja o 'mínimo possível'." Seja o mínimo possível para manter a ordem, evitar os abusos contra as 'liberdades individuais', e o uso abusivo do poder econômico como forma de interferir nas relações entre os indivíduos.

04. "ninguém tem o direito de entrar na família e dizer como esta deve criar os seus filhos, cabendo, 'se necesário for, apenas coibir os 'abusos e violências físicas e emocionais'."

05. "O Estado deve promover 'políticas sociais' de preservação da dignidade humana, contudo, evitando invadir o máximo possível às liberdades individuais da 'menor minoria', qual seja, o próprio 'indivíduo'."

Obviamente, pela abordagem das minhas ideias, pode-se perceber que estou mais próximo da 'direita' do que da 'esquerda' - me distanciando, aliás, bastante, desta última -, ademais, ainda assim procuro extrair o que há de proveitoso deste lado, qual seja, a ideia de 'igualdade' - especialmente, no tocante à questão econômica -, contudo, sob o meu ponto de vista, eles usam o método 'errôneo e equivocado' para isso, o que acaba gerando ainda mais 'desigualdade', à medida que empobrece mais a sociedade, e, por sua vez, a 'igualdade' almejada acaba sendo nivelada muito por baixo, como ocorre em todos os países de cunho mais 'socialista', ideologia situada dentro do aspectro da 'esquerda'.

Inobstante isso, creio que 'nem todos' os regimes 'totalitários', possam 'em termos absolutos' ser enquadrados como de 'esquerda', por outro lado, é ainda mais 'errôneo e equivocado' tentar enquadrá-los como de 'direita' haja vista que o 'pilar essencial' do 'espectro totalitarista' - como o próprio nome já anuncia - decorre de um 'regime totalitário' (que pressupõe a 'mitigação ou aniquilação' das liberdades individuais), e o pilar básico do 'espectro de direita' é justamente a 'intocabilidade' e 'intangibilidade' dos direitos individuais' - independente de cor, gênero, religião ou etnia -. Os 'regimes totalitários' são centralizadores numa figura representativa do Estado, enquanto que o 'espectro de direita' abomina a 'centralização de poder estatal', buscando sempre a 'diminuição do poder e interferência estatal' na vida das pessoas.

Os movimentos totalitários do 'nazismo' ou mesmo do 'Ku Klux Klan', são movimentos 'sui generis', ou seja, 'anomalias político-ideológicas' doentias, que pegam alguns pontos do 'espectro de esquerda', outros do 'espectro de direita' e constroem algo que persiga seus ideais 'políticos-sociais' doentios.

Eles pegam - por exemplo - a 'centralização e concentração do poder estatal' em suas mãos, para criar uma 'divisão e aniqulação' dos diferentes ou inferiores que, em sua concepção doentia é a questão 'étnica ou racial', de modo que, pessoas de outras 'etnias ou religiões' são inferiores, atrasam a sociedade e precisam ser aniquilados, extirpados da sociedade, em busca da construção de um 'arquetipo humano' superior, no caso uma raça 'pura' e 'ariana'. Observe que, esse último "pilar" 'personalíssimo' ao 'nazismo' ou 'Ku Klux Klan', é um 'pilar' que não existe nem no 'espectro originário' de 'esquerda', nem no de 'direita'. Todavia, ele pode ser substituído, pelo 'pilar do 'não respeito às liberdades individuais', e por isso, a meu ver, se aproxime mais do 'espectro de esquerda', o qual costuma enxergar a 'religião' e os 'padrões familiares ocidentais' como algo maléfico ao desenvolvimento do indivíduo e da construção da ideia de uma 'consciência comunitária' de justiça e igualdade.

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Fátima Burégio , Advogado
Fátima Burégio
Comentário · mês passado
Para quem não sabe, trabalhei muito para outras pessoas e empresas.
Sim, trabalhei muito, cresci muito, avancei muito, ganhei muito dinheiro, e hoje, por mera liberalidade e opção, sou profissional liberal e patroa de mim mesma. Rsrsrsrs
Como patroa de mim mesma, sigo durona na queda, sendo bem mais exigente de que quando era comandada por gestores.

Na verdade, o grande diferencial que eu procurei implantar, e implantava pra valer, era fazer além do que me pediam e do que esperavam de mim.
Em todas as entrevistas seletivas que participei, eu pedia uma chance de mostrar o meu trabalho, por, no máximo, seis meses.

Passados os 180 dias, eu adentrava à sala de quem investiu e confiou em mim e dizia: Tem coragem de demitir-me agora eu continuará a dar-me a honra de ser uma colaboradora desta empresa?
A resposta vinha com um sorriso carinhoso na face do líder que não poupava elogios e, não raro, já prometia promover-me tão logo passasse mais alguns meses.

A promoção ocorria. O chefe investia em mim, divulgava meu talento, tornava meu nome conhecido dos demais gestores de outras filiais. Os convites de instituições financeiras concorrentes surgiam, mas eu me mantinha segura em quem acreditou em mim e ‘pagou pra ver’ meu potencial.

Do outro lado, eu me mantinha calada, discreta, não contava dos convites recebidos de empresas concorrentes, seguia trabalhando duro, inovando, criando acompanhamentos mais profundos da dinâmica da concorrência, vendo onde eles falhavam, onde acertavam e cuidava de aprimorar e criar táticas.
O resultado era visível, tanto no bolso, como no crescimento e na confiança que os líderes a mim concediam.

Hoje os caminhos que trilhei servem para ensinar filhos e neto (este, no momento adequado) a fazerem a diferença onde quer que pisem, sabendo que o trivial, o normal, já existe e o mundo está farto deles; mas os diferentes, as joias preciosas são raridades e, como tais, quando existem são reconhecidas, valorizadas, respeitadas e bem remuneradas.

Tenho um lema que implantei desde a juventude e que me guia até hoje: Se eu for uma profissional competente, não precisarei paparicar seu ninguém! Também não é necessário ser uma bucha feita de lá de aço. Seja elegante, delicado, educado, pontual, dinâmico, criativo e sincero. Só no esqueça de ser firme e duro quando realmente seja necessário!

Agindo assim, não demorará, o seu chefe lhes valorizará e haverá a manutenção do seu emprego, pois quando você se valorizar, respeitar, ser respeitado, mostrar resultados, andar uma milha a mais do que a projetada pela empresa e estar disposto, de fato, a crescer junto com os ideais da firma, por menor que ela seja, você será ‘peça-chave’ fundamental na manutenção e crescimento da instituição e o reconhecimento e prêmio virão a galope.

Você será inesquecível!
Creia nisto!

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